A última semana ficou marcada pela subida das yields das obrigações americanas a 10 anos para máximos desde 2002, voltando a colocar as taxas de juro no centro das atenções dos investidores.
As atas da Reserva Federal (Fed) reforçaram a possibilidade de uma nova subida das taxas de juro até ao final do ano, mantendo a pressão sobre as expectativas dos mercados financeiros.
O petróleo registou uma terceira semana consecutiva de estabilização. Entretanto, o entendimento entre Donald Trump e Vladimir Putin poderá contribuir para um aumento da oferta de gasóleo russo no mercado.
Esta semana, as atenções dos investidores estarão centradas no arranque da época de apresentação de resultados empresariais do terceiro trimestre (Q3).
Entre as empresas em destaque estão JPMorgan, Goldman Sachs, Wells Fargo, ASML e TSMC.
Na quarta-feira, 14 de outubro, está prevista a divulgação do Índice de Preços no Consumidor (CPI) de setembro dos Estados Unidos, um indicador relevante para as expectativas sobre a evolução das taxas de juro.
Os principais ativos registaram as seguintes variações:
S&P 500: +1,12%
EUR/USD: -0,46%
Crude WTI: +0,33%
Bitcoin: -3,23%
Variações calculadas com base nos preços de fecho de sexta-feira, 9 de outubro de 2026.
Na análise técnica desta semana, o destaque vai para o Gás Natural. Conheça os principais movimentos e níveis técnicos a acompanhar, de acordo com a metodologia AIR Trading.
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